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Mostrando postagens com o rótulo Perseverança

A necessidade de preparo

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Faz algumas semanas que assisti ao filme Pantera Negra. Desde então, uma mensagem ficou muito forte em minha mente: a necessidade de estar preparado. Para quem não viu o filme, adianto que vou ter de soltar alguns spoilers sobre a trama, então é melhor continuar a leitura apenas após ver o filme. Pois bem, no filme, o jovem T'Challa se torna o herdeiro do trono do reino de Wakanda após seu pai ter sido assassinado em um atentado terrorista em Nova Iorque. Como parte do processo de sucessão, as diversas tribos que compõem o reino podem desafiar o herdeiro do trono e, assim, ascender ao trono. O desafio consiste em uma luta corpo a corpo onde só existem duas possibilidades de conclusão: desistência ou morte. Caso algum dos combatentes desista da luta, a luta se encerra e o adversário é declarado vencedor; caso um dos combatentes mate o outro, o sobrevivente é declarado vencedor. Ao vencer, o combatente se torna rei de Wakanda. Na trama do filme, assim que T'Challa...

Escolha seu destino

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O jogo multiplataforma Destiny é um sucesso de público. Em 2017 ganhou uma sequência denominada Destiny 2 que já possui duas dlcs lançadas, a última há uma semana. A história do jogo é muito interessante e me deixou encantado desde que adquiri o jogo. Ao contrário do que o nome pode sugerir, Destiny não trata de destino. Trata-se, antes, de escolhas e propósito. A história do jogo se inicia com um fantasma (espécie de autômato criado pela luz do Viajante) buscando alguém para ressuscitar e torná-lo um guardião (categoria do personagem do jogador). Cada personagem do jogo tem seu próprio fantasma e todos estavam mortos até que um fantasma encontrou os restos mortais e reviveu seu guardião. O fantasma ressuscita você com um propósito (e sempre que seu personagem morrer no jogo ele poderá ser ressuscitado): defender a última cidade da terra contra as forças das trevas. A última cidade é o lugar onde está o Viajante e o resto da humanidade (o Viajante usou suas útimas forças e se ...

Sem perguntas

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Karatê Kid , um clássico dos anos 80 e da vida de muita gente. Muitas lições podem ser aprendidas desse filme fabuloso. Senhor Miyagi e Daniel-san (Banzai!) estarão para sempre marcados na memória de muita gente. A trama é clássica: garoto pobre se muda para nova cidade e, sem querer, atrai a atenção da garota bonita e do ex dela, que é ciumento. O arquirrival pratica karatê no dojô Cobra Kai e se junta com os amigos para realizar bullying... digo, para "ensinar" umas lições ao abusado recém chegado (nos anos 80 não existia bullying ainda). Daí, o jovem procura ajuda de um conhecido: Sr. Miyagi, veterano de guerra japonês que vive sozinho e que é mestre de karatê. Com isso, Daniel parte em busca de reconhecimento e da capacidade de se defender dos ataques do seu inimigo. Momento importante e engraçado do filme é quando Daniel vai finalmente até o Sr. Miyagi para aprender karate. O mestre japonês realiza um pacto com Daniel: promete que vai ensiná-lo karatê, mas Dan...

O PERFUME DE CRISTO

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         Na Paris do século XVIII, Jean-Baptiste Grenouille nasce entre tripas de peixe e lama atrás de uma banca, onde sua mãe era feirante e vendia peixes. O menino, incrivelmente nasceu sem cheiro, e passava despercebido entre os outros meninos do orfanato - porque sua mãe fora assassinada por infanticídios algumas semanas depois de seu nascimento. Por outro lado, Grenouille possuía um olfato privilegiadamente aguçado, o que o levou a uma intensa busca pelo odor perfeito. Este odor seria transformado no perfume perfeito. Tendo trabalhado como aprendiz de curtidor de peles e também como aprendiz de perfumista desenvolveu a habilidade necessária para cumprir o seu intento. O mais impressionante desta história é que o que parecia um dom – o olfato aguçado a ponto de sentir o odor distinto da pele das pessoas – se transformou numa maldição, pois ao invés de usá-lo de maneira sábia e saudável, o rapaz passou a ser um assassino de mulheres (26 no total); uma...

Reflexões sobre o fim... de um casamento

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Nesses últimos dias recebi uma notícia que me deixou super chocada e imensamente triste: o improvável fim de um casamento. Casal cristão, de índole idônea, daquele tipo que você torce para estar vivo só pra ver a festa de bodas de ouro deles, porque você tem certeza que eles estarão casados “até que a morte os separe”. Infelizmente durou pouco mais de 5 anos. Esse episódio me fez refletir além do normal. Senti medo. O pensamento que se seguiu para explicar esse medo foi: será que estou imune? Pode estar tudo bem agora, mas será que amanhã o sentimento de um dos dois, por algum motivo, pode acabar? Inevitavelmente conversei com meu marido sobre isso. Uma DR. A conclusão foi: pode acabar. Ninguém está imune. “Mas não devemos basear nosso casamento em sentimentos, porque eles podem mudar. Devemos basear na vontade de Deus”, foi o que ele disse. Uma vez eu li em algum lugar o seguinte diálogo entre um casal: “porque você ainda está casado comigo?”, perguntou a esposa. O marido re...

Tudo posso naquele que me fortalece? Em que contexto?

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Recentemente assisti ao mais novo filme gospel do momento, “Deus não está morto”. Um bom filme, apesar de achar que aquela perseguição acadêmica não é mais tão forte assim... posso estar enganada. Mas não foi o tema do filme que me chamou a atenção. Foi uma determinada cena em que finalmente alguém teve o bom senso de não apenas vomitar o versículo de Filipenses 4:13 “tudo posso naquele que me fortalece” como se fosse uma frase de auto-ajuda, colocando-o em seu devido contexto. Frequentemente escuto muitas pessoas recitando-o: “vou conseguir uma promoção, pois tudo posso naquele que me fortalece”, “vou conseguir comprar o que desejo, pois tudo posso naquele que me fortalece”, “vou conseguir ter, ter, ter...pois tudo posso naquele que me fortalece”. Está em adesivos de carro, de parede, de porta, mensagem de caminhão... enfim, a ideia ficou tão popular que até os leitores bíblicos menos assíduos ou que simplesmente não leem a Bíblia conhecem esse versículo e o usa para justi...

"Hable con ella"

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"Hable con ella" é um dos grandes e polêmicos filmes de Almodóvar. Seus filmes atraem não só porque adentram o psicológico de suas personagens, mas principalmente pelo seu caráter ambíguo, isto é, o espectador sai do filme sem fechar nenhuma questão, pelo contrário, transborda de reflexões e questionamentos. Esse caráter ambíguo também é valorizado na literatura de qualidade, naquela que direciona o olhar do leitor não para o que é dito, mas para o como a coisa é dita, ou seja, a forma como o texto é construído. Um bom exemplo disso é o romance "Dom Casmurro", de Machado de Assis. Ao finalizar a leitura, é impossível condenar ou absolver Capitu, uma vez que o livro não define se ela traiu realmente ou não Bentinho, porque o leitor tem apenas a versão deste, que não é confiável por falar de seus sentimentos, da sua visão dos acontecimentos. Nos filme de Almódovar, acontece o mesmo; pouco importa se a personagem é boa ou má, o interessante é a forma como ela é ...

NÃO OLHE PARA TRÁS!

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Dizem que é bem melhor ouvir uma frase afirmativa do que uma frase negativa. Desse modo teríamos o seguinte título: Olhe para a frente! Mas que diferença de sentido essas frases realmente produzem? Há quem diga que o “não” aguça o desejo pelo proibido, enquanto a afirmação positiva impulsiona ao cumprimento da indicação direta, mesmo que ela significa uma proibição. Por exemplo, “amar ao próximo” implica dialeticamente à negativa “não odeie o próximo”. Acredito que há questões filosóficas e até linguísticas que estenderiam essa discussão com embasamento mais profundo. Entretanto, a minha reflexão, embora tome esse ponto de partida, não se fixa nesse problema. O que eu quero pensar mesmo é sobre como facilmente desviamos nosso olhar daquilo que realmente importa! Já percebeu que fazemos isso o tempo todo? Nas coisas mais simples. Vejamos, quando estamos trabalhando, reclamamos porque o trabalho é difícil e o salário é baixo, esquecendo-nos de agradecer pelo trabalho e pelo salário ...

Continue?

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http://i.ytimg.com/vi/4zr34EPnNcA/hqdefault.jpg Já que estamos falando de games, ou pelo menos de um filme que fala de games... Quantas vezes não nos deparamos com a tela "Game Over"? Pois é, a vida de gamer não é fácil. Até que consigamos "zerar" o jogo podemos passar por muitas telas "Game Over". O bom é que normalmente, logo em seguida, aparece a tela "Continue" e podemos voltar com tudo pro jogo. É claro que se fizermos exatamente o mesmo que fizemos da última vez o resultado será óbvio: outro "Game Over". A parte boa de um "Continue" é mudar a forma como jogamos, é mudar nossa estatégia de jogo. Precisaremos, com isso, refletir naquilo que fizemos de errado, repensar o que foi que faltou para vencermos e tentar, desta vez, fazer algo melhor. Ah! Como seria bom se na vida real fosse assim... E muitas vezes é! Afinal, sua vida não acabou (suponho que apenas vivos leiam o Blog da Fraternidade Lambda) e se você ainda te...

EM QUE VOCÊ ESTÁ PENSANDO?

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Pessoal, eu não sou capaz de conhecer os pensamentos de ninguém, a não ser os meus próprios. E sabe de uma coisa, eles nem sempre são bonitos, alegres e edificantes. Pois é, muitas vezes me deixo contaminar pelos pensamentos destrutivos da inveja, da raiva, do orgulho, da mentira, cito estes, dentre outros, que talvez passem de vez em quando pelas mentes de vocês também. Contudo, o mal verdadeiro está além de pensarmos nessas coisas, está em alimentarmos estes pensamentos e, assim, deixar que eles controlem também nossas palavras e ações. Hoje, mais cedo, assisti a uma matéria, apresentada no telejornal Record News , sobre a diferença entre mania e TOC (transtorno obsessivo compulsivo). Enquanto a mania é algo comum, que quase todos têm, como pequenos hábitos ou gostos cultivados no dia a dia. O TOC, por outro lado, é considerado uma doença psicológica, que o ser humano pode desenvolver em qualquer fase da vida. Nesse caso, ele leva ao extremo a mania, fazendo com que certo h...

(DES) angústia

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O prefixo des- está em alta nesses tempos pós-modernos. E serve para ornamentar palavras e expressões difíceis como “desreferencialização do real” e “dessubstancialização do sujeito”. Palavrões, não? Vejamos, imagine que você precisa comprar um carro para uma mobilidade mais eficaz dentro da cidade, você vai a uma concessionária e em lugar de comprar um carro por suas qualidades técnicas, você compra um carro por causa do seu design, seu nome, ou seja, por fatores que aparecem na sua publicidade. De fato, você não está comprando um carro, mas o discurso criado sobre o carro. Assim, tanto a realidade (o carro, objeto) quanto você (o sujeito) estão vazios - são apenas alegorizações de discursos midiáticos sem substância e sem personalidade, porque ao buscar a diferença seguindo as modas e propagandas, todos acabam sendo iguais.             Iguais! Todos deveríamos ser iguais, não é mesmo? Mas iguais segundo a ótica cristã e nã...

Entrando pelo cano!

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“Entrar pelo cano”. A expressão é antiga e comumente significa não ter bons resultados numa determinada situação, se dar mal, situação desastrosa e suja (porque se refere ao cano de esgoto). Além disso, não é somente entrar pelo cano que é difícil e desagradável, mas também sair dele – o que talvez seja até pior. Mas há algum tempo venho pensando em um outro significado para esta expressão, um significado positivo, oposto ao comum. E claro, fui buscar esse novo significado em outro mundo, num mundo onde isto pareceu possível – não, não foi no mundo das ideias -, foi no Super Mario World! Este jogo de videogame também antigo, além de garantir muita diversão, sempre, me fez refletir sobre essa atitude subsequente do Mario de entrar em diversos canos para conseguir pontos e vidas extras. Sim, ao entrar pelo cano, ele não depara com uma situação terrível (como enfrentar o desafio, por exemplo), mas se encontra em situação de bônus – um lugar especialmente separado de tudo para q...

Qual a minha motivação?

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Pegando o gancho do último texto da Priscila e combinando com um mangá que tenho lido atualmente (combo?), trago uma reflexão sobre motivação. Estou acompanhando um mangá chamado "Shijou Saikyou no Deshi Kenichi" (imagem acima), do mangaka Matsuena Syun, cujo título em português seria algo como "Kenichi, o discípulo mais forte". A traminha gira em torno de Kenichi Shirahama, aluno comum do 1º ano do ensino médio, que, depois de alguns incidentes se vê treinando artes marciais em um dojo. Mas não é um dojo qualquer, trata-se, simplesmente, do dojo que possui os maiores mestres do mundo em algumas artes marciais como karate, muay thai, kung fu e jiu-jitsu. Não, Kenichi não é nenhum fortão. Ele também não é um lutador nato. Tão pouco ele sabe lançar um hadouken (hehehehe). Pelo contrário, desde o início de seu treinamento em artes marciais seus mestres fazem questão de lhe repetir uma frase: "Você não tem talento algum para artes marciais!". A...

A recompensa da perseverança

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