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Mostrando postagens com o rótulo Esperança

Senpai!

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O termo japonês " senpai " (que em tradução livre seria algo como "veterano" - para fazer contraponto com nosso termo "calouro") é usado com frequência em animes e mangás. Personagens mais novos ou iniciantes em algo (os do primeiro ano na escola, ou os iniciantes em algum esporte ou arte marcial) sempre se referem aos mais experientes como " senpais ". Os "veteranos" são apresentados como aqueles que são mais próximos e acessíveis que os " senseis " (por serem professores ou mestres e nem sempre poderem ter tanta aproximação com os "alunos" ou "discípulos") e, ao mesmo tempo, podem ensinar lições e ajudar em obstáculos que já superaram. De forma geral, a cultura oriental tem uma tendência muito maior ao respeito e consideração aos mais velhos, ou mais experientes, do que no ocidente. Isso é algo que sempre admirei e que busquei por em prática na minha vida. Em quadrinhos e animações japonesas, os p...

Jesus, verbo intransitivo

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“Ai, palavras, ai, palavras, que estranha potência, a vossa! ai, palavras, ai, palavras, sois de vento, ides no vento, no vento que não retorna, e, em tão rápida existência, tudo se forma e transforma! Sois de vento, ides no vento, e quedais, com sorte nova! Ai, palavras, ai, palavras, que estranha potência, a vossa! Todo o sentido da vida principia à vossa porta; [...]” (Cecília Meireles, Romanceiro da Inconfidência, 1972)      Essas duas primeiras estrofes do poema “Romance LIII ou DAS PALAVRAS AÉREAS”, de Cecília Meireles, representam muito bem a importância das palavras e a sua “potência” – tanto no que se refere à força de seus diversos sentidos quanto no que se refere à própria realização de suas possibilidades de passar de um estado de existência a outro (como quer a filosofia). Aqui temos duas informações em destaque; primeiro, as palavras produzem sentidos variados, por isso uma mesma palavra pode ter um número indeterminado de significados;...

Reflexões sobre o fim... de um casamento

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Nesses últimos dias recebi uma notícia que me deixou super chocada e imensamente triste: o improvável fim de um casamento. Casal cristão, de índole idônea, daquele tipo que você torce para estar vivo só pra ver a festa de bodas de ouro deles, porque você tem certeza que eles estarão casados “até que a morte os separe”. Infelizmente durou pouco mais de 5 anos. Esse episódio me fez refletir além do normal. Senti medo. O pensamento que se seguiu para explicar esse medo foi: será que estou imune? Pode estar tudo bem agora, mas será que amanhã o sentimento de um dos dois, por algum motivo, pode acabar? Inevitavelmente conversei com meu marido sobre isso. Uma DR. A conclusão foi: pode acabar. Ninguém está imune. “Mas não devemos basear nosso casamento em sentimentos, porque eles podem mudar. Devemos basear na vontade de Deus”, foi o que ele disse. Uma vez eu li em algum lugar o seguinte diálogo entre um casal: “porque você ainda está casado comigo?”, perguntou a esposa. O marido re...

Tudo posso naquele que me fortalece? Em que contexto?

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Recentemente assisti ao mais novo filme gospel do momento, “Deus não está morto”. Um bom filme, apesar de achar que aquela perseguição acadêmica não é mais tão forte assim... posso estar enganada. Mas não foi o tema do filme que me chamou a atenção. Foi uma determinada cena em que finalmente alguém teve o bom senso de não apenas vomitar o versículo de Filipenses 4:13 “tudo posso naquele que me fortalece” como se fosse uma frase de auto-ajuda, colocando-o em seu devido contexto. Frequentemente escuto muitas pessoas recitando-o: “vou conseguir uma promoção, pois tudo posso naquele que me fortalece”, “vou conseguir comprar o que desejo, pois tudo posso naquele que me fortalece”, “vou conseguir ter, ter, ter...pois tudo posso naquele que me fortalece”. Está em adesivos de carro, de parede, de porta, mensagem de caminhão... enfim, a ideia ficou tão popular que até os leitores bíblicos menos assíduos ou que simplesmente não leem a Bíblia conhecem esse versículo e o usa para justi...

Cristianismo: guia básico para desfazer equívocos (Parte 6 - o que é pecado?)

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http://slodive.com/wp-content/uploads/2012/02/cross-pictures/sins-nailed-to-a-cross.jpg Ora, a serpente era mais astuta que todas as alimárias do campo que o SENHOR Deus tinha feito. E esta disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda a árvore do jardim? E disse a mulher à serpente: Do fruto das árvores do jardim comeremos, mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Não comereis dele, nem nele tocareis para que não morrais. Então a serpente disse à mulher: Certamente não morrereis. Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal. (Gênesis 3:1-5). O pecado é um assunto muito importante quando falamos do cristianismo, porque é pela compreensão de pecado que toda a fé em Cristo, a ideia de arrependimento e a necessidade de salvação tem sentido. O pecado, de forma mais básica, é a desobediência à vontade de Deus, a quebra da lei divina. Quando Deus criou o homem e o pôs n...

Cristianismo: guia básico para desfazer equívocos (Parte 4 - o que é fé?)

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http://girdedwithtruth.org/wp-content/uploads/2010/04/Tomb-Stone-Empty-Cross.jpg Por que falar de fé em um post sobre cristianismo se esse conceito não é restrito a essa crença? Bem, porque, mesmo não sendo restrita ao cristianismo, ela é a base maior para a graça de Deus e para a salvação de todos os que se arrependem de seus pecados. Pela fé em Jesus, ou seja, ao acreditarmos que ao se deixar ser morto Jesus estava pagando o preço pelos meus pecados, eu tenho acesso à anulação da sentença por meus erros: a morte. Com isso, sou salvo da pena capital e posso viver livre de qualquer culpa e pecado. Não é ótimo? "Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus" (Efésios 2:8) e também, por esta mesma fé, sabemos que nos reconciliamos com Deus, nos tornando, de fato, seus filhos: "Porque todos sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus" (Gálatas 3:26) . Mas, antes de continuar, o que é mesmo fé? O melhor conceito já estabel...

A tragédia de Macbeth

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http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/5/50/MacbethAndBanquo-Witches.jpg/350px-MacbethAndBanquo-Witches.jpg Estou finalizando a leitura da peça Macbeth , de William Shakespeare. É uma tragédia fantástica, que merece ser lida. Conheci a história primeiro por meio de um filme de 1971, dirigido por Roman Polanski (ótima adaptação) e, desde então, estive procurando uma oportunidade para ler o texto. Agora, já no fim da leitura, o que mais me chama atenção em Macbeth , é a ambição sem limites que gera a derrocada da personagem principal. Imagine isso: um lorde com terras, bens, vitorioso em batalhas, com bons amigos e primo do rei. Bem, imagine, então, que além das terras de herança, este lorde receba também terras de outro lorde, considerado traidor e, por isso, destituído de suas terras. Imagine que, como bônus, você conta com a amizade do rei, que o tem em alta conta e todos os seus amigos também o estimam bastante. Poxa, massa, né? Não dá pra querer nada além disso...

NÃO OLHE PARA TRÁS!

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Dizem que é bem melhor ouvir uma frase afirmativa do que uma frase negativa. Desse modo teríamos o seguinte título: Olhe para a frente! Mas que diferença de sentido essas frases realmente produzem? Há quem diga que o “não” aguça o desejo pelo proibido, enquanto a afirmação positiva impulsiona ao cumprimento da indicação direta, mesmo que ela significa uma proibição. Por exemplo, “amar ao próximo” implica dialeticamente à negativa “não odeie o próximo”. Acredito que há questões filosóficas e até linguísticas que estenderiam essa discussão com embasamento mais profundo. Entretanto, a minha reflexão, embora tome esse ponto de partida, não se fixa nesse problema. O que eu quero pensar mesmo é sobre como facilmente desviamos nosso olhar daquilo que realmente importa! Já percebeu que fazemos isso o tempo todo? Nas coisas mais simples. Vejamos, quando estamos trabalhando, reclamamos porque o trabalho é difícil e o salário é baixo, esquecendo-nos de agradecer pelo trabalho e pelo salário ...

Encarando nosso inimigo

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http://www.terrazero.com.br/v2/wp-content/uploads/2012/08/1024x768_luke_skywalker_vs_darth_vader.png Quando assisti pela primeira vez a Star Wars Episódio V: O império contra-ataca , fiquei sem entender a cena em que Luke entra na caverna em Dagobah e enfrenta um s uposto Darth Vader . Ainda mais quando ele "corta a cabeça" dele e, quando a máscara do capacete explode, e então aparece o rosto do próprio Luke. Na hora, não fez sentido e eu fiquei pensando: "Oxe, mas o que foi que aconteceu?". Hoje, entendo a cena e nunca fez tanto sentido. Pra mim, a lição não é que "o mal está dentro de nós", mas sim que nós podemos nos tornar exatamente aquilo contra o que estamos lutando. Basta para isso, usar dos mesmos meios, lutar com as mesmas armas , trilhar o mesmo caminho ou alimentar as mesmas expectativas. Podemos nos surpreender com a visão de nos tornar exatamente aquilo que não queríamos ser. É como na tragédia de Édipo: quanto mais tentamos fugir d...

Escolhas

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http://24.media.tumblr.com/tumblr_lvwldqhdTP1r78bvto1_500.jpg Todos se lembram do clássico de Ficção Científica "The Matrix". Pra mim, e para muitas outras pessoas foi um marco no cinema e em filmes de sci-fi. Matrix (título no Brasil) me fez pensar em muitas coisas e, entre elas, nas escolhas que fazemos. Primeiro, vemos que Neo se sente incomodado com algo que sequer sabe explicar direito. Ele sabe que há algo de errado no mundo, como se estivesse em uma prisão sem grades, mas não sabe explicar do que se trata. É então que surge a possibilidade de mudar algo em sua vida. Trinity e Morpheus não lhe dão muitas explicações sobre o que é a Matrix, essa "coisa" que está em tudo e todos e que é, ao mesmo tempo, essa prisão sem muros. No entanto, para se libertar dela, ele precisa fazer uma escolha: tomar a pílula vermelha. Após essa decisão, ele descobre o que de fato é a Matrix: um sistema criado pelas máquinas para cultivar seres humanos e utilizar a energi...

Continue?

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http://i.ytimg.com/vi/4zr34EPnNcA/hqdefault.jpg Já que estamos falando de games, ou pelo menos de um filme que fala de games... Quantas vezes não nos deparamos com a tela "Game Over"? Pois é, a vida de gamer não é fácil. Até que consigamos "zerar" o jogo podemos passar por muitas telas "Game Over". O bom é que normalmente, logo em seguida, aparece a tela "Continue" e podemos voltar com tudo pro jogo. É claro que se fizermos exatamente o mesmo que fizemos da última vez o resultado será óbvio: outro "Game Over". A parte boa de um "Continue" é mudar a forma como jogamos, é mudar nossa estatégia de jogo. Precisaremos, com isso, refletir naquilo que fizemos de errado, repensar o que foi que faltou para vencermos e tentar, desta vez, fazer algo melhor. Ah! Como seria bom se na vida real fosse assim... E muitas vezes é! Afinal, sua vida não acabou (suponho que apenas vivos leiam o Blog da Fraternidade Lambda) e se você ainda te...

EU ACREDITO!

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http://clinically-cynical.com/luffymanifesto1.gif Em um dos episódios de One Piece , um dos melhores animes da atualidade, o pirata Monkey D. Luffy é ridicularizado por acreditar que existe uma "ilha no céu". Na taverna lotada, os piratas começam a mangar dele, caçoar, zombar e, em seguida, começam a esmurrá-lo e agredí-lo fisicamente por também acreditar que existe o "One Piece", lendário tesouro escondido do pirata Gol. D. Roger, e por nutrir o sonho de ser o "Rei dos piratas". Em nenhum momento, Luffy se mostra disposto a revidar, mas permite que os piratas no bar o machuquem e espanquem o quanto quiserem sem ao menos reclamar. Ele também ordena ao seu companheiro espadachim, Zoro, que não revide as agressões, mas se deixe espancar também. Os piratas espancam os dois por acharem ridículo que piratas ainda acreditem em sonhos como ilhas no céu ou tesouros escondidos. Eles, primeiro, acham ridículo e engraçado, mas como a tripulação dos chapéu de...

"ENERGIZE!"

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O que eu realmente quero é...

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https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEibGyl56dZO9l05iywwRee0W-D2gP59C03-Qj16e0wbpdTbqX-uZr0a74-nUZFrUTUtYGYeieT6UArry4Z6FQTAHWzPNbZd1nzZbEwqNykjP1kabZbMMTcRuVrjenZskFuzwOMISs0yC-8/s200/surprise_box.gif Não, não é chocolate! (Mais uma para a lista de piadas infames e sem graça do Wesslen Nicácio). A ideia desse texto me surgiu a partir da releitura de "O peso de glória", um dos ensaios do livro homônimo de C. S. Lewis. "Jack" sempre me faz pensar (acho que pelo tempo de convivência já posso chamá-lo como seus amigos chamavam) e me inquieta, o que é muito bom, porque sempre me faz querer buscar respostas para estas inquietações. Neste ensaio, Mestre Lewis nos fala de como nosso desejo mais profundo será realizado na eternidade com Cristo e de como isso pode nos parecer tão pouco convidativo à princípio. Ele nos fala de como nossos desejos dão uma ideia pálida daquilo que realmente queremos. Temos diversas ideias de céu e paraíso, que são i...

Uma nova esperança

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http://www.jedidefender.com/collect92/luke%20anh.jpg Uma nova esperança é o título do primeiro filme da série Star Wars (também conhecido como episódio IV). Neste filme, vemos o roubo com sucesso da planta da Estrela da Morte, o resgate bem-sucedido da Princesa Léia e a primeira vitória da Aliança Rebelde contra o Império Galáctico: tudo isso já justificaria o título do filme. Mas quero enfatizar outro ponto do filme que aponta para a esperança: o surgimento de Luke Skywalker. O filho de Anakin Skywalker com Padmé Amidala gera esperança por iniciar seu treinamento como Jedi junto a Obi-Wan Kenobi. Os Jedi, extintos e exilados da galáxia, eram propagadores de paz e harmonia e, por isso, eram solicitados a ajudar planetas e sistemas com dificuldades, sejam quais fossem. O uso da Força por parte dos Jedi permitia grandes e diversos feitos que iam de levitar objetos a interferir na disposição emocional das pessoas. Esse poder que os Jedi possuíam os tornavam poderosos aliados nas g...