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NOTA SOBRE UM CRISTÃO RELOADED III

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Pessoal, quero encerrar essa trilogia de notas com um pensamento que deve ser nosso foco e nosso alvo: o amor pelas almas! Quando Neo se arriscou na sala do Arquiteto e decidiu não se curvar diante do sistema, mas escolheu o desafio de fazer o que era certo - a atitude de um ser livre - ele não fez isso para satisfação pessoal, orgulho, autoafirmação, poder ou para conseguir qualquer coisa em favor próprio. NÃO! O que ele fez foi abrir a porta que o levava ao encontro desesperado e cheio de esperança de salvar Trinity, salvar o outro, alguém que ele amava e que era muito importante para ele. Pois é, esta é a nossa principal missão: amar as almas e mostrar a elas o caminho para salvação em JESUS CRISTO ! Nossa vida, nossas ações, nossos pensamentos, tudo em nós deve ser para a glória de Deus e para testemunho de Seu Poderoso Nome! (“ E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos. Atos 4:12 ”) ...

NOTA SOBRE UM CRISTÃO RELOADED II

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Quando Neo conversa com o Arquiteto, descobre que está aprisionado a um sistema (MATRIX); e não somente isso, é persuadido a crer que não há saída, que está destinado a se adequar ao sistema. Contraditoriamente a essas descobertas, o Arquiteto aponta para Neo a opção entre duas portas. Ou seja, o prisioneiro destinado a um cativeiro sem saída, passa a ter o direito de escolha, abrir uma porta ou outra. O que desfaz essa contraditoriedade é o jogo manipulativo do Arquiteto, pois oferece as duas portas, Neo pode voluntariamente escolher uma das duas, porém sua escolha, seja ela qual for, não fará diferença, porque de um jeito ou de outro, o sistema dominará Neo. Ora, esse joguinho é o mesmo usado pelo inimigo de Deus para desviar os cristãos de uma vida santa neste mundo. Ele quer fazer crer que não importa o que façamos, que decisões tomemos, se são boas ou más, sempre estaremos em pecado ou cometendo pecado, porque somos humanos e porque estamos inseridos nesse mundo. Sabemos,...

NOTA SOBRE UM CRISTÃO RELOADED

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Revendo à cena de Matrix Reloaded em que Neo conversa com o Arquiteto, fui levada a pensar também nas escolhas que fazemos diariamente em nossa vida cristã. Temos que fazer escolhas muito difíceis e às vezes nem nos damos conta disso. Não nos apercebemos de que simples decisões são na verdade uma demonstração de nossa fé e fidelidade a Deus ou da falta delas! Incorremos no erro de não estar vigilantes nem focados no Senhor enquanto nos distraímos com as coisas deste mundo, que são apenas aparências de bondade, felicidade, prosperidade. A essência mesmo de tudo isso só visualizamos verdadeiramente em Deus! Por isso, precisamos ser tão perspicazes como Neo, ou como Jó. Sim, como Jó, homem íntegro e fiel a Deus. Ele provou que seu amor por Deus não estava nas coisas terrenas - família, dinheiro, saúde física – que são somente aparências e ilusões, mas que seu amor por Deus era algo sincero e profundo, que permanecia firme mesmo na perda de tudo isso! Jó escolheu amar e servir a D...

Era Jesus um revolucionário? Reflexões sobre o papel da igreja no que se refere a manifestações políticas

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Olá pessoal, tudo legal? Depois de muito tempo resolvi escrever algo aqui no blog da Fraternidade. Minha motivação, como vocês lerão a seguir, vem do clima da onda de manifestações populares que tem acontecido no Brasil nas últimas semanas. Tenho algumas reflexões sobre o papel da Igreja de Jesus e espero que essas reflexões possam ser úteis pra alguém, em algum  lugar. A pergunta, título da postagem, é provocativa. Jesus era um revolucionário? Já ouvi, ao longo dos anos, muita gente chamar Jesus de revolucionário, de hippie, de rebelde, ativista político, e por aí vai... Considerando o que a Bíblia diz sobre Ele, como podemos responder a esta pergunta? E como Jesus é nosso referencial e nosso Senhor, a resposta a esta pergunta nos dará base para entendermos qual o papel da igreja nas manifestações políticas e como o cristão deve se posicionar frente a elas. A palavra revolução, tão comum na Política, na Filosofia, na Sociologia, começou a ser usada na verdade nas ciênci...

Fogo na Babilônia: os protestos e os protestantes!

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http://stuffkit.com/wp-content/uploads/2011/08/Fire-HD-Wallpapers-16.jpg Ultimamente, temos visto uma série de protestos em todo o país. Nem sempre os atos são pacíficos, nem sempre são organizados e nem sempre dão em alguma coisa. No entanto, como cristãos, temos de saber qual deve ser nossa postura ante esses acontecimentos. Não acho que a Igreja deva se silenciar ou ignorar esses eventos, mesmo que tenhamos como bandeira revolucionária constante a transformação espiritual do ser humano. Não podemos nos silenciar por dois motivos simples: 1) nós temos uma resposta aos anseios da sociedade: o fim da corrupção interior no ser humano, o fim de todo mal que fez com que a criação inteira ficasse aguardando com esperança que ela "há de ser liberta do cativeiro da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus" (Romanos 8:21); e 2) a mudança interior reflete em uma mudança exterior, sabendo que, enquanto estamos no mundo, vivemos em sociedade e devido à transforma...

OBLIVION

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“ESQUECENDO-ME DAS COISAS QUE ATRÁS FICAM, E AVANÇANDO PARA AS QUE ESTÃO DIANTE DE MIM, PROSSIGO PARA O ALVO, PELO PRÊMIO DA SOBERANA VOCAÇÃO DE DEUS EM CRISTO JESUS.” FELIPENSES 3:14 O célebre narrador machadiano, Brás Cubas, depois de morto, resolve escrever suas memórias. Ao refletir sobre os seus cinquenta anos de idade, intitula o capítulo “OBLIVION” para tratar justamente sobre o ESQUECIMENTO. Brás Cubas que é muito dado à filosofia, faz elucubrações acerca do amor e da vida. Para ele, o amor acende a memória e empolga o leitor, mas o fim do amor, leva ao desinteresse pela continuação da sua história, pois aos cinquenta anos, sozinho, que coisas há de lembrar que faça também ao leitor não esquecê-lo? Entretanto, tudo isso é apenas artimanha desse narrador sagaz, pois ao fazer o leitor pensar que nada mais vale a pena lembrar a essa altura da vida, na verdade, incentiva o leitor a lembrar do que deveria, supostamente, esquecer. Que sutileza, não? É o que se denomina ironi...

A tragédia de Macbeth

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http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/5/50/MacbethAndBanquo-Witches.jpg/350px-MacbethAndBanquo-Witches.jpg Estou finalizando a leitura da peça Macbeth , de William Shakespeare. É uma tragédia fantástica, que merece ser lida. Conheci a história primeiro por meio de um filme de 1971, dirigido por Roman Polanski (ótima adaptação) e, desde então, estive procurando uma oportunidade para ler o texto. Agora, já no fim da leitura, o que mais me chama atenção em Macbeth , é a ambição sem limites que gera a derrocada da personagem principal. Imagine isso: um lorde com terras, bens, vitorioso em batalhas, com bons amigos e primo do rei. Bem, imagine, então, que além das terras de herança, este lorde receba também terras de outro lorde, considerado traidor e, por isso, destituído de suas terras. Imagine que, como bônus, você conta com a amizade do rei, que o tem em alta conta e todos os seus amigos também o estimam bastante. Poxa, massa, né? Não dá pra querer nada além disso...